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Fotografias de helicóptero nas Victoria Falls: o lugar, o spray e as configurações

Quase todas as fotografias que falham neste voo falham por um de três motivos, e nenhum deles é a câmara. É um reflexo no interior da janela, uma velocidade de obturação lenta o suficiente para apanhar o rotor, ou estar sentado do lado errado quando o primeiro circuito passa.

Um arco-íris no spray das Victoria Falls visto de um helicóptero

Resposta rápida

Vista roupa preta, encoste a objetiva ao vidro, dispare a 1/1000 s ou mais rápido, desligue o flash e pergunte em que sentido vai o primeiro circuito. Um telemóvel é genuinamente suficiente — o fator limitante num passeio de helicóptero nas Victoria Falls é a janela e o spray, não o sensor. E o segundo circuito é feito no sentido contrário, para que a fila de dentro também tenha a sua vez.

Fotografar a partir do helicóptero, num relance

Melhor lugar
Junto à janela, à frente se possívelpergunte no check-in
Vestuário
Preto ou escuroqualquer tom claro reflete
Velocidade de obturação
1/1000 s ou mais rápidoelimina o desfoque do rotor e a vibração
Posição da objetiva
A tocar no vidronão apoiada na moldura
Flash
Desligadoreflete diretamente de volta
Polarizador
Deixe-o em casaas janelas das aeronaves ficam com efeito arco-íris
Telemóvel ou câmara
Qualquer uma janela é o limite
Melhor luz
Início da manhãsol nas costas, menos spray
Voos com portas abertas
Não nestas listagenstodos voam com portas fechadas
Correias
Correia de pulso, semprenada solto na cabina

As três coisas que estragam as fotos

E a solução para cada uma

Roupa preta, 1/1000 de segundo e a objetiva encostada ao vidro.

Reflexos. Uma camisa branca ou clara reflete-se no interior da janela e aparece no meio de todas as fotografias, e só vai notar quando chegar a casa. Vista preto. Depois encoste a objetiva ao vidro, o que elimina a camada de ar onde vive o reflexo. Não apoie a máquina na moldura da janela — a estrutura vibra e a vibração passa diretamente para a imagem.

Movimento. Um helicóptero mexe-se, o ar sobre um desfiladeiro nem sempre é estável e o rotor corta a parte superior do enquadramento. A 1/1000 de segundo, estes três problemas desaparecem. Num telemóvel, isso significa não usar o modo noturno de dia e não usar qualquer definição de exposição longa.

O spray. Com o rio cheio, atravessa a objetiva e seca em manchas. Mantenha a objetiva atrás do vidro em vez de perto de uma saída de ar aberta, e limpe antes de fotografar, não depois. Este é o único problema específico desta cascata.

Dez coisas que fazem a diferença

Práticas, por ordem de importância

Nada disto exige equipamento que não tenha já consigo.

  • Pergunte em que sentido é o primeiro circuito

    O segundo é feito no sentido contrário. Se estiver na fila interior, as boas fotos surgem na segunda passagem — saiba disso antes de desperdiçar a primeira.

  • Vista preto

    A maior melhoria disponível e gratuita. A roupa escura não reflete.

  • Objetiva encostada ao vidro

    A tocar, não perto. Elimina os reflexos e a imagem dupla das duas superfícies da janela.

  • Voe de manhã

    Ar calmo, sol nas costas e o spray no mínimo. A luz da tarde deixa o desfiladeiro à sombra.

  • Modo de disparo contínuo, sempre

    Tem duas passagens sobre o mesmo motivo. Dispare quinze fotos e guarde uma.

  • Desligue o flash antes de embarcar

    Reflete-se de imediato e o piloto vai pedir-lhe o mesmo.

  • Deixe o polarizador em casa

    Os vidros das aeronaves são laminados e um polarizador transforma-os em faixas coloridas.

  • Fotografe em grande angular, recorte depois

    A cortina tem 1.700 metros de extensão. Só em grande angular cabe, e um enquadramento amplo a partir de uma aeronave em movimento é mais nítido do que um com zoom.

  • Grave vídeo num dos circuitos

    A passagem ao longo da cortina resulta melhor como vinte segundos de vídeo do que como nove fotografias, e depois pode extrair uma imagem.

  • Pouse o telemóvel no último minuto

    Num voo de doze minutos, um minuto só a olhar vale mais do que as fotografias que não tirou.

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O erro mais caro neste voo é uma camisa clara.

Lugares e check-in

Perguntas frequentes

Fotografias, respondidas

É possível tirar fotografias num passeio de helicóptero nas Victoria Falls?

Sim, em todas as opções aqui apresentadas. Telemóveis e máquinas fotográficas são permitidos, com uma correia de pulso, e nada solto na cabina.

De que lado me devo sentar num passeio de helicóptero nas Victoria Falls?

Importa menos aqui do que noutros locais, porque o piloto faz dois circuitos em direções opostas. Pergunte em que sentido vai o primeiro para saber se as suas fotografias saem na primeira ou na segunda passagem.

Que velocidade de obturação devo usar?

1/1000 de segundo ou mais rápida. Elimina o desfoque do rotor, a vibração da estrutura e o seu próprio movimento numa só definição.

O spray vai atingir a objetiva?

Só se fotografar perto de uma abertura. Estes voos são com portas fechadas, por isso o vidro mantém-no afastado — mantenha a objetiva atrás da janela em vez de perto de uma abertura.

Um telemóvel é suficientemente bom?

Sim. Através de uma janela laminada, o vidro é o fator limitante, não o sensor. Um telemóvel moderno encostado ao vidro supera uma boa máquina fotográfica a quinze centímetros dele.

Quando é que a luz é melhor para um passeio de helicóptero nas Victoria Falls?

De manhã cedo, com o sol atrás do helicóptero. É também quando o ar está mais calmo e o spray é mais baixo.

O que fotografar em cada parte do voo

Dois circuitos, e um minuto de nada em cada extremidade

Um minuto de nada, depois duas passagens, e não são iguais.

A subida. Ainda nada. Acomode o auscultador e identifique onde estão os reflexos na janela — num passeio de helicóptero de doze minutos nas Victoria Falls tem cerca de um minuto antes da primeira passagem.

O primeiro circuito. Se a cortina estiver do seu lado, esta é a sua passagem. Modo de disparo contínuo, grande angular, objetiva no vidro. Se não estiver, observe e prepare-se para o segundo.

O segundo circuito. Voado no sentido oposto. A outra metade da cabina tem a sua vez, e a luz é diferente porque está virado para ela do outro lado.

Os desfiladeiros, no voo mais longo. O ziguezague lê-se melhor como um plano amplo com o rio a atravessá-lo, e é a fotografia que mais ninguém traz para casa.

Quatro ajustes antes de embarcar

Em terra, não no ar

A cabine é barulhenta e as passagens são curtas. Nada disso pode ser resolvido a noventa nós.

  • Flash desligado, grade ligada

    O flash reflete; a grade mantém o horizonte reto, o que importa em um helicóptero em curva.

  • Obturador em 1/1000, ou modo sequencial no celular

    O único ajuste que salva a maioria das fotos em um passeio de helicóptero em Victoria Falls.

  • Armazenamento liberado

    Ficar sem espaço na primeira passagem acontece mais do que você imagina.

  • Alça de pulso presa

    Nada solto na cabine. É uma regra, e também é assim que as pessoas perdem celulares.

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