Do ar: quase nada. Todos os circuitos aqui atravessam o rio. O piloto sobrevoa a cortina duas vezes, uma em cada sentido, e as cataratas são o mesmo objeto de ambos os lados. Quem lhe disser que um país tem a melhor vista aérea está a vender algo.
Em terra: bastante. O Zimbabwe enfrenta cerca de dois terços das cataratas a partir dos seus miradouros; a Zâmbia enfrenta o terço oriental e chega mais perto da borda. Se vai percorrer os miradouros além de voar, isso importa — mas é uma decisão separada.
A Devil’s Pool é zambiana. A bacia rochosa mesmo na borda é alcançada a partir da Livingstone Island, do lado zambiano, e só quando o rio está suficientemente baixo. Nenhuma oferta zimbabueana pode incluí-la.
A fronteira custa uma manhã. Controlo de passaportes nos dois sentidos, um visto e um transfer em cada extremidade. Para um voo de doze minutos, é todo o cálculo.